Por mais que digamos que não temos, mas sabemos que no fundo temos sim uma ideologia. Algo que acreditamos tão profundamente que nos torna capazes de coisas impossíveis. Ter ideologia é saudável quando você consegue o equilíbrio racional sobre tudo aquilo que você aceita para si mesmo como certo, válido, bom.
Porém nem tudo o que temos como princípios para nós é o correto perante a sociedade, dessa forma, temos que saber dosar muito bem os nossos atos.
Quem é que não gosta de ter aquele momento que só você sabe que é bom. Que não importante onde ou quem esteja com você, mas que você está totalmente em alpha com aquilo que você realmente acredita.
Muitos chamam apenas de júbilo, outro de extase, outros de prazer, mas o que é interessante é que quando temos nossos momento é porque temos uma única certeza. O caminho em que estamos é o melhor para nós naquele momento e nada nos fará mudar de idéia, nem a prova mais lógica possível é capaz de fazer com que mudemos nossos ideias.
Agora e você, já parou pra pensar qual seria sua ideologia? O que motiva o seu "eu interior". O que realmente te convence na sociedade?
Muitas pessoas se prendem nas ideologias alheias, pois o ser humano é carente de vida social, porém o excesso disso nos torna solitários, é um paradoxo de vida, pois quem já não se sentiu sozinho a ponto de querer ter o mundo ao seu redor, e outro momento querer desaparecer da face da Terra pra ficar sozinho vagando no espaço.
Logo, também, nem tudo aquilo que hoje temos como ideal de vida, ou o espelho de uma pessoa será o mesmo para daqui um dia, uma semana, um mês, um ano.
O importante é você buscar sua ideologia. Busque aquele que você realmente é. Se desprenda das amarras daquilo que te impugna e te sufoca, pois só quando nos tornamos livres de nossa própria mente é que alcaçamos a plenitude do que somos.
Pense nisso...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Ideologias...
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domingo, 15 de agosto de 2010
Viva a intensidade do prazer...
A vida é feita por inúmeras sensações, e não conseguimos passar um dia sequer sem ter um momento agradável e que nos preencha de prazer e satisfação.
A busca diária por momentos de prazer, momentos que nos façam sentir bem, faz de nós diferentes dos demais seres vivos, pois temos o desejo, queremos vivenciar a intensidade do prazer.
Seja esse prazer em todos os seus sentidos, o prazer por degustar uma boa bebida, provar uma boa comida, de um sexo fenomenal, de curtir ao assistir um filme, estar num passeio naquele lugar dos sonhos.
O importante mesmo é que vivamos a intensidade daquilo que nos faz bem. Buscar a felicidade, buscar aquilo que preenche o vazio que estamos buscando com certeza é o sentido de estarmos vivos e lutando por algo melhor. Toda pessoa busca a satisfação, profissional, social, familiar, pessoal. Ninguém quer ser o perdedor da vez, pois sabemos o que a frustração nos causa, dessa forma o mais importante é buscar a plenitude daquilo que nos faça bem, que nos preencha.
Você já deve ter percebido o quão gostoso é aquele momento que você mais gosta, que simplesmente parece que nada mais importa a não ser curtir esse momento nem que seja breve.
Estar bem consigo mesmo é o que precisamos para vencer em muitas coisas da vida. Nada melhor que cultivar esses momentos onde possa-se curtir com a qualidade de vida, pois assim alcançamos facilmente o bem estar que precisamos pra enfrentar o dia-a-dia.
Quantas vezes precisamos daquele banho demorado, de uma boa massagem, ou curtir um bom vinho nem que seja sozinho ouvindo uma música e esquecer de tudo o que passamos durante o dia. Precisamos fazer que nossa vida pessoal seja preenchida prazerosamente com aquilo que nos faz bem, pois é muito mais fácil entrar em depressão, irritação que sair dela.
Deixe-se levar, vinha a intensidade do prazer de fazer o que te faz bem. Viva, ria, faça acontecer, pois nada melhor que você mesmo pra curtir sua vida.
Pense nisso...
A busca diária por momentos de prazer, momentos que nos façam sentir bem, faz de nós diferentes dos demais seres vivos, pois temos o desejo, queremos vivenciar a intensidade do prazer.
Seja esse prazer em todos os seus sentidos, o prazer por degustar uma boa bebida, provar uma boa comida, de um sexo fenomenal, de curtir ao assistir um filme, estar num passeio naquele lugar dos sonhos.
O importante mesmo é que vivamos a intensidade daquilo que nos faz bem. Buscar a felicidade, buscar aquilo que preenche o vazio que estamos buscando com certeza é o sentido de estarmos vivos e lutando por algo melhor. Toda pessoa busca a satisfação, profissional, social, familiar, pessoal. Ninguém quer ser o perdedor da vez, pois sabemos o que a frustração nos causa, dessa forma o mais importante é buscar a plenitude daquilo que nos faça bem, que nos preencha.
Você já deve ter percebido o quão gostoso é aquele momento que você mais gosta, que simplesmente parece que nada mais importa a não ser curtir esse momento nem que seja breve.
Estar bem consigo mesmo é o que precisamos para vencer em muitas coisas da vida. Nada melhor que cultivar esses momentos onde possa-se curtir com a qualidade de vida, pois assim alcançamos facilmente o bem estar que precisamos pra enfrentar o dia-a-dia.
Quantas vezes precisamos daquele banho demorado, de uma boa massagem, ou curtir um bom vinho nem que seja sozinho ouvindo uma música e esquecer de tudo o que passamos durante o dia. Precisamos fazer que nossa vida pessoal seja preenchida prazerosamente com aquilo que nos faz bem, pois é muito mais fácil entrar em depressão, irritação que sair dela.
Deixe-se levar, vinha a intensidade do prazer de fazer o que te faz bem. Viva, ria, faça acontecer, pois nada melhor que você mesmo pra curtir sua vida.
Pense nisso...
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Consciência ambiental...
Vivemos uma realidade atualmente que realmente assusta. O desenvolvimento acelerado, a degradação das reservas, meio ambiente, níveis de poluição cada vez maiores e nós no meio de tudo isso.
Infelizmente o "homem" como ser racional e com inteligência, acaba por si só a contribuir para uma acelerada exploração dos recursos hídricos e naturais, porém nem se preocupam que muitos desses recursos são finitos, outros até que sejam renováveis porém essa renovação não acompanha o consumo.
A capacidade humana de se desenvolver, de criar poderia também prever situações para tentar ao menos recuperar aquilo que nosso planeta já perdeu, e tentar amenizar as gerações futuras que com certeza irão sofrer as conseqüências dos nossos atos hoje.
Mas não podemos nos isentar de nossa parcela de culpa também, pois é muito fácil jogar a "peteca" da culpa para as indústrias, para outros, mas também somos responsáveis, uma vez que somos os consumidores dos produtos finais desse desenvolvimento, fruto de toda exploração.
Se hoje há muitos animais em extinção, significa que o interesse comercial atingiu essa espécie puramente para agradar ao gosto do consumidor final. Tão responsável será esse consumidor como o próprio caçador que mata um animal por sua pele, extrair óleo, dentes, etc. Se tivéssemos consciência de que ao cessar esse consumo, estaríamos evitando que novos animais fossem caçados.
Esquecemos que ao utilizar uma folha de papel nova, contribuímos e muito para o desmatamento de grandes áreas, com a poluição, pois toda derrubada, transporte dessas árvores precisam de combustível fóssil para abastecer seus equipamentos, logo, por mais que uma empresa se preocupe em renovar a floresta, muitas não estão nem ai, e claro, quer visar o lucro e a humanidade que sofra.
Esquecemos de nossa lição primária que vemos na disciplina de ciências na escola, todo o ciclo natural de formação de chuvas, onde a participação das florestas, o solo, rios, mar estão totalmente ligados, quando esquecemos de tudo isso, vemos as catástrofes nas cidades, e quem sofre são as pessoas mesmo.
Nosso papel poderia ser nem que mínimo, mas contribuir na economia de consumo desses recursos. Evitar desperdícios, evitar acumular lixo em lugar que não é apropriado. Valorizar empresas que se preocupam com o meio ambiente. Colaborar fazendo sua parte, pois em algum lugar pessoas com essa mesma atitude irá se somar com nosso ato e isso poderá sim significar uma grande ação.
Se cada cidadão desse planeta coletasse uma parcela mínima de responsabilidade, ou seja, 100%/5 bilhôes, veja o que cada um precisaria fazer para melhorar nosso planeta, seria uma ação mínima.
Podemos não transformar ou convencer a todos, mas fazendo nossa parte, com certeza algo bom estaremos fazendo pra nós e pro próximo.
Pense nisso...
Infelizmente o "homem" como ser racional e com inteligência, acaba por si só a contribuir para uma acelerada exploração dos recursos hídricos e naturais, porém nem se preocupam que muitos desses recursos são finitos, outros até que sejam renováveis porém essa renovação não acompanha o consumo.
A capacidade humana de se desenvolver, de criar poderia também prever situações para tentar ao menos recuperar aquilo que nosso planeta já perdeu, e tentar amenizar as gerações futuras que com certeza irão sofrer as conseqüências dos nossos atos hoje.
Mas não podemos nos isentar de nossa parcela de culpa também, pois é muito fácil jogar a "peteca" da culpa para as indústrias, para outros, mas também somos responsáveis, uma vez que somos os consumidores dos produtos finais desse desenvolvimento, fruto de toda exploração.
Se hoje há muitos animais em extinção, significa que o interesse comercial atingiu essa espécie puramente para agradar ao gosto do consumidor final. Tão responsável será esse consumidor como o próprio caçador que mata um animal por sua pele, extrair óleo, dentes, etc. Se tivéssemos consciência de que ao cessar esse consumo, estaríamos evitando que novos animais fossem caçados.
Esquecemos que ao utilizar uma folha de papel nova, contribuímos e muito para o desmatamento de grandes áreas, com a poluição, pois toda derrubada, transporte dessas árvores precisam de combustível fóssil para abastecer seus equipamentos, logo, por mais que uma empresa se preocupe em renovar a floresta, muitas não estão nem ai, e claro, quer visar o lucro e a humanidade que sofra.
Esquecemos de nossa lição primária que vemos na disciplina de ciências na escola, todo o ciclo natural de formação de chuvas, onde a participação das florestas, o solo, rios, mar estão totalmente ligados, quando esquecemos de tudo isso, vemos as catástrofes nas cidades, e quem sofre são as pessoas mesmo.
Nosso papel poderia ser nem que mínimo, mas contribuir na economia de consumo desses recursos. Evitar desperdícios, evitar acumular lixo em lugar que não é apropriado. Valorizar empresas que se preocupam com o meio ambiente. Colaborar fazendo sua parte, pois em algum lugar pessoas com essa mesma atitude irá se somar com nosso ato e isso poderá sim significar uma grande ação.
Se cada cidadão desse planeta coletasse uma parcela mínima de responsabilidade, ou seja, 100%/5 bilhôes, veja o que cada um precisaria fazer para melhorar nosso planeta, seria uma ação mínima.
Podemos não transformar ou convencer a todos, mas fazendo nossa parte, com certeza algo bom estaremos fazendo pra nós e pro próximo.
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
Carência e auto-estima
Gosto muito de observar o costume do dia-a-dia das pessoas e como sempre é um aprendizado enorme, pois acabo notando o quão diferentes somos em relação a cada indivíduo da sociedade.
Mas alguns pontos são muito notáveis em relação as atitudes que as pessoas tomam quando é em relação a si próprias.
Você já deve ter percebido que em seu convívio familiar, amigos, colegas de trabalho, estudo sempre há aquelas pessoas extremamente racionais outras nem tanto; também aquelas que são extremamente de bem com a vida e em contra-partida as que não acham a vida tão bela assim; outras ainda que sentem-se muito amadas outras uma carência infindável.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem "carentes" em algum momento ou o tempo todo, pois no fundo os que elas realmente precisam é uma alta dose de auto-estima.
Não sou "expert" em psiquiatria muito menos na área psicológica, mas tento equilibrar minha vida sempre dosando boas doses de razão e emoção, de forma que o resultado seja um mix agradável para o meu convívio social. Logo tenho como princípio básico de minha vida: "nunca dependa ou espere nada de outra pessoa, pois a decepção é quase sempre certa".
Dessa forma consegui criar um mecanismo de auto-defesa que me impede de sofrer por causa de coisas que não estão sob meu domínio, logo não irei sofrer pelo problema de ninguém, vou aprender e corrigir os meus, cada um precisa ser dono de suas próprias emoções, de seus anseios, quando isso é abnegado em função de alguém, seja pelo simples fato de uma "carência" acaba nos expondo a riscos, pois nossa guarda é sempre baixada nesses momentos e acabamos suscetíveis a mentiras, a sermos enganados, ou pior, acabamos matando nossa própria personalidade muitas vezes para fazer o bem estar do próximo.
A carência é sempre boa quando dosada, controlada, pois quem não sente falta de um carinho, uma atenção especial. Ninguém é robô pra não sofrer alterações de humor, sentimentos, mas quando essa carência se descontrola e coloca a pessoa pra baixo, logo é sinal que algo não vai bem consigo mesmo e precisa de uma mudança rápida.
Muitas pessoas só notam que sua auto-estima desapareceu quando já entraram em depressão, outras adquirem tais fobias sociais que sofrem muito com isso.
O que posso dizer para quem possa passar por tais situações, diga mais "NÃOS" no seu dia-a-dia. Aprenda a valorizar mais o que você gosta e não o que os outros acham que você gosta. Filtre as opiniões alheias, pois nem sempre o que dizem de você será construtivo, logo cada um com seu problema. Viva sua vida intensamente, busque suas qualidades, o que te faz bem. Procure vencer ou objetivar sua vida frente as frustrações, de nada adiantar remoer o passado se não batalhar pelo futuro melhor.
Viva primeiro você, ame a si mesmo, pois estando bem é muito mais fácil dar qualquer outro sentimento para as pessoas.
Pense nisso...
Mas alguns pontos são muito notáveis em relação as atitudes que as pessoas tomam quando é em relação a si próprias.
Você já deve ter percebido que em seu convívio familiar, amigos, colegas de trabalho, estudo sempre há aquelas pessoas extremamente racionais outras nem tanto; também aquelas que são extremamente de bem com a vida e em contra-partida as que não acham a vida tão bela assim; outras ainda que sentem-se muito amadas outras uma carência infindável.
Não é raro encontrar pessoas que se dizem "carentes" em algum momento ou o tempo todo, pois no fundo os que elas realmente precisam é uma alta dose de auto-estima.
Não sou "expert" em psiquiatria muito menos na área psicológica, mas tento equilibrar minha vida sempre dosando boas doses de razão e emoção, de forma que o resultado seja um mix agradável para o meu convívio social. Logo tenho como princípio básico de minha vida: "nunca dependa ou espere nada de outra pessoa, pois a decepção é quase sempre certa".
Dessa forma consegui criar um mecanismo de auto-defesa que me impede de sofrer por causa de coisas que não estão sob meu domínio, logo não irei sofrer pelo problema de ninguém, vou aprender e corrigir os meus, cada um precisa ser dono de suas próprias emoções, de seus anseios, quando isso é abnegado em função de alguém, seja pelo simples fato de uma "carência" acaba nos expondo a riscos, pois nossa guarda é sempre baixada nesses momentos e acabamos suscetíveis a mentiras, a sermos enganados, ou pior, acabamos matando nossa própria personalidade muitas vezes para fazer o bem estar do próximo.
A carência é sempre boa quando dosada, controlada, pois quem não sente falta de um carinho, uma atenção especial. Ninguém é robô pra não sofrer alterações de humor, sentimentos, mas quando essa carência se descontrola e coloca a pessoa pra baixo, logo é sinal que algo não vai bem consigo mesmo e precisa de uma mudança rápida.
Muitas pessoas só notam que sua auto-estima desapareceu quando já entraram em depressão, outras adquirem tais fobias sociais que sofrem muito com isso.
O que posso dizer para quem possa passar por tais situações, diga mais "NÃOS" no seu dia-a-dia. Aprenda a valorizar mais o que você gosta e não o que os outros acham que você gosta. Filtre as opiniões alheias, pois nem sempre o que dizem de você será construtivo, logo cada um com seu problema. Viva sua vida intensamente, busque suas qualidades, o que te faz bem. Procure vencer ou objetivar sua vida frente as frustrações, de nada adiantar remoer o passado se não batalhar pelo futuro melhor.
Viva primeiro você, ame a si mesmo, pois estando bem é muito mais fácil dar qualquer outro sentimento para as pessoas.
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domingo, 25 de julho de 2010
Qual sua fé?
Todas as pessoas no planeta por mais que não assumam possuem algum tipo de crença ou superstição, mas no fundo o que todo mundo precisa realmente é algo para se apegar nos momentos difíceis, e geralmente quando algo tende para uma decisão seja ela boa ou ruim.
Mas realmente você já parou para analisar qual é sua verdadeira fé? Em que você acredita e se acredita em algo, qual o fundamento em acreditar?
Quando crianças somos iniciados muitas vezes nos costumes e crenças paternais o que nem sempre é o que desejamos ou queremos quando adultos, mas uma coisa é certa, a fé move muito o ser humano.
Com certeza cientificamente existe algo que age diretamente em áreas do nosso cérebro que nos fazem acreditar que algo realmente é real, ou nos faz capazes de enfrentar situações que muitas vezes parecem impossíveis.
Há quem critique abertamente que a fé religiosa é uma forma de lavagem cerebral nas pessoas, que muitos ficam cegos, outros se apegam em misticismos não tão aceitos, mas no fundo o que rege mesmo é a própria vontade.
Infelizmente a maioria das pessoas comumente chamados de "sociedade" é que regem alguns padrões de vida para as pessoas, mas sejam coerentes e aceitemos que nem tudo que nos é apresentado pela sociedade é realmente o que pensamos, queremos ou aceitamos, mas o medo de uma repreensão, um preconceito, não aceitação por ter uma posição diferente é visto como algo errado, mas se temos um padrão tido como certo, quem dá a certeza que esse padrão é o melhor e correto realmente. Por que não podemos ser livres para exercer nossa cidadania. Acreditar ou deixar de acreditar em algo não necessariamente é bom ou ruim. Porque as religiões definem certos atos como "pecados" será que realmente o são? Até hoje não temos provas de nada que religião, seitas ou mitos sejam reais, verídicos, mas o mais concreto é que muitas coisas acontecem em nosso subconsciente e isso sim faz coisas se concretizarem não por algo místico ou mágico, mas normalmente respondidos pela ciência.
Hoje como crítico de minha vida, reservo-me o direito de questionar tudo o que me é apresentado, seja em qual campo da natureza divina ou humana, mas que tenho uma certeza é que todos nós temos lacunas existenciais e que algumas dessas são preenchidas mais facilmente quando acreditamos em algo que não há resposta concreta, mas que as vezes isso não é o melhor caminho, pois sabemos que tudo é exposto através de outras pessoas, e podemos correr o risco de estar aceitando o pensar e agir de alguém e não um conceito.
Acredite em tudo que lhe convier, mas questione-se, pesquise sempre para saber se há fundamento para tal crença.
Pense nisso...
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