Ultimamente tenho observado como é fácil localizar cadeias de corrupção dentro dos organismos empresariais, governamentais, pessoais, etc.
Nisso chego a conclusão que realmente o ser humano é um animal que pode facilmente se vender ou corromper o seu próximo para que objetivos sejam atingidos.
Tais objetivos, infelizmente fogem do bem comum e sim, visão o crescimento rápido e ilícito de algumas pessoas, que por oportunidades fáceis ou até construídas, fazem o mal para ter o bem. É algo que realmente não dá pra entender. Coisas que acontecem em nosso país que parece ficção científica se a gente não presenciasse ou tivesse sendo afetado por tamanha falta de caráter de muitos gestores públicos, que usam do poder que lhe é atribuído pra sacanear, usurpar da população, usando de dinheiro público e desviado e deixando setores que realmente precisam de investimentos desatendidos, porque não lhe são interessante.
Quantas pessoas morrem nas filas dos postos de saúde, hospitais abandonados. Transporte vergonhoso. Infra-estrutura habitacional em declínio e quem ainda acha que o Brasil está deixando de ter povo analfabeto, mau percebe que uma nova "geração de analfabetos tecnológicos" surgem e que mal sabem compreender aquilo que leêm, escutam.
Não conseguem ter senso crítico. Não consegue discernir da podridão que se instaura em todos os níveis de governo. Quanta roubalheira. Quanta trama é realiza pelas costas do cidadão. Agora uma empresa que queria trabalhar honestamente, é taxada, perseguida, dizimada pela alta taxa de impostos que lhe é imposta e que serve somente para sustentar a vagabundagem dos políticos que brincam no podem público.
Que criam leis que eles mesmos acham os pontos fracos. Que criam coisas que visivelmente não servem pra nada, ou ainda participam de esquemas criminosos ao invés de combatê-los.
Pergunto a mim mesmo, em quem confiar hoje em dia? Parece que a corrupção está disseminada como um câncer. Quando menos se espera se manifesta é causa danos terríveis. Logo cabe a nós, pobres cidadãos conscientes, lamentar, tripudiar, gritar no silêncio mortal, que muitas vezes é solitário, pois muitas pessoas não enxergam problemas, mas maravilhas, nas promessas que nos são feitas, mas que ano apos ano, realmente não passaram de promessas desprovidas de caráter, pois quem as fez já sabia que era pura balela pro povo.
Precisamos derrubar essa cadeia corrupta do governo. Precisamos crescer culturalmente, precisamos reivindicar nossa qualidade de vida, usufruir daquilo que a natureza nos abençoou e que os grandes estão roubando e vendendo em próprio benefício. Acabar com as políticas injustas que favorecem que se corrompe e pune que é correto e delata. Precisamos sim de um basta, pois não sou burro e sei que tudo quanto mais é feito, menos a maioria se favorece, e sim grandes cadeias de corruptores.
Fica aqui meu desabafo e você pense nisso...
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Cadeia de corrupções !!!!!
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domingo, 5 de dezembro de 2010
O começo do fim
Diante dessa mensagem fiquei aterrorizado, já que comecei a perceber que algo muito diferente estava pra acontecer.
Ao passar pela placa, notei que muitas coisas ressoavam ao meu redor. Aos poucos fui notando que eram sons da minha vida se passando. Conseguia ter a noção de tudo que eu fizera no decorrer de minha existência naquele meu caminhar. Avançava pra não sei onde, somente sendo orientando por uma pequena luz brilhante que cintilava a minha frente.
Essa luz ia me conduzindo como se fosse pela estrada da minha vida, mas não era isso, realmente tive a certeza que aquele seria o corredor da minha redenção, mas muito surpreso descobri aos poucos que o fim começara e que tudo que eu havia feito deveria ser pago e a hora do pagamento era chegada.
Como se numa grande sala de cinema notei que tudo que eu havia feito, tudo que eu havia sentido, tudo que ficou pendente estava diante de mim. Meus medos, meus pavores, minhas mentiras agora estavam escancaradas e eu sendo praticamente julgado mas não por um juíz, e sim pela minha própria consciência. Aquilo que eu realmente acreditava se tornara o crivo pelo qual eu tinha que passar.
Como era terrível ter que me encarar de frente e saber que o que fui não se passava de uma mentira. Era como se fosse um quadro em uma exposição, precisava ser admirado, precisava ter a atenção das pessoas, precisava ser algo que me preenchesse mas que naquele momento não fazia sequer sentido, uma vez que tudo que eu mesmo condenava era me apresentado como atos que eu havia feito.
Algo então começou a me consumir. Era a dor da culpa. Que dor horrível. Isso me consumia a alma que ainda estava grudada ao meu corpo, se é que eu ainda estava com um corpo e alma. Só sei que tudo era apresentado com intensidade, com minha total consciência. Não adiantava chorar, gritar, só podia assistir a cada momento que vivi e que estava sendo contestado em minha frente.
Então tive a certeza, era o começo do fim realmente, porque algo sério estava pra acontecer. Nada fazia sentido pra mim. O que era tudo aquilo que estava passando. O que tinha acontecido comigo. Onde eu estava.
Meu Deus pensei, o que eu faço agora, o que posso fazer. Será que tenho chance de uma redenção.
Aos poucos, muitas coisas foram surgindo e pude compreender, que realmente nossos atos nos serão cobrados uma hora, e que essa cobrança tem o preço do nosso sangue. Nesse momento fui sentindo meu corpo sendo dilacerado aos poucos e parte de minha alma se quebrava e sumia.
Já não tinha mais dor ou outro sentimento, mas sim sabia que estava perdido e que um grande vazio tomava conta de mim.
Espera ser meu fim, mas estava longe ainda, pois sabia que muitas coisas ainda estariam por vir.
Ao final de cada ciclo, sentia-me renovado, reconstruído e sabia no meu ímpeto que uma questão era feita, algo queria saber do meu arrependimento, mas não tinha consciência do que era certo, errado, só sabia que algo muito ruim acontecia, e já não sabia se estava vivo, morto, em transe, só queria que tudo fosse um terrível pesadelo e que acordasse o quanto antes.
Novamente fui levado para um novo lugar, e ai sim, tive a certeza, não posso sair daqui do mesmo jeito que entrei. Algo precisará ser mudado ou então não terei nova chance. Parecia como uma enorme cela. Uma solitária. Mas ao mesmo tempo sabia que não estava sozinho, pois tinha a sensação de ser observado o tempo todo. Tudo agora em minha vida era escancarada.
Tudo é visível, só que eu não tinha a visão. Era a mistura da escuridão plena com um dia de sol máximo e ofuscante. Você não consegue reconhecer nada ao redor. Cada som lhe é estranho e conhecido ao mesmo tempo, o certo era que algo existe do outro lado, e que tudo tem um começo e um fim, e eu não sabia em que momento estava, só sei que provavelmente estava no limbo, mas notei ao longe que uma nova placa se avistava e lá estava uma mensagem um pouco mais terrível, "A VIDA JÁ NÃO TE PERTENCE..." [Continua]
Ao passar pela placa, notei que muitas coisas ressoavam ao meu redor. Aos poucos fui notando que eram sons da minha vida se passando. Conseguia ter a noção de tudo que eu fizera no decorrer de minha existência naquele meu caminhar. Avançava pra não sei onde, somente sendo orientando por uma pequena luz brilhante que cintilava a minha frente.
Essa luz ia me conduzindo como se fosse pela estrada da minha vida, mas não era isso, realmente tive a certeza que aquele seria o corredor da minha redenção, mas muito surpreso descobri aos poucos que o fim começara e que tudo que eu havia feito deveria ser pago e a hora do pagamento era chegada.
Como se numa grande sala de cinema notei que tudo que eu havia feito, tudo que eu havia sentido, tudo que ficou pendente estava diante de mim. Meus medos, meus pavores, minhas mentiras agora estavam escancaradas e eu sendo praticamente julgado mas não por um juíz, e sim pela minha própria consciência. Aquilo que eu realmente acreditava se tornara o crivo pelo qual eu tinha que passar.
Como era terrível ter que me encarar de frente e saber que o que fui não se passava de uma mentira. Era como se fosse um quadro em uma exposição, precisava ser admirado, precisava ter a atenção das pessoas, precisava ser algo que me preenchesse mas que naquele momento não fazia sequer sentido, uma vez que tudo que eu mesmo condenava era me apresentado como atos que eu havia feito.
Algo então começou a me consumir. Era a dor da culpa. Que dor horrível. Isso me consumia a alma que ainda estava grudada ao meu corpo, se é que eu ainda estava com um corpo e alma. Só sei que tudo era apresentado com intensidade, com minha total consciência. Não adiantava chorar, gritar, só podia assistir a cada momento que vivi e que estava sendo contestado em minha frente.
Então tive a certeza, era o começo do fim realmente, porque algo sério estava pra acontecer. Nada fazia sentido pra mim. O que era tudo aquilo que estava passando. O que tinha acontecido comigo. Onde eu estava.
Meu Deus pensei, o que eu faço agora, o que posso fazer. Será que tenho chance de uma redenção.
Aos poucos, muitas coisas foram surgindo e pude compreender, que realmente nossos atos nos serão cobrados uma hora, e que essa cobrança tem o preço do nosso sangue. Nesse momento fui sentindo meu corpo sendo dilacerado aos poucos e parte de minha alma se quebrava e sumia.
Já não tinha mais dor ou outro sentimento, mas sim sabia que estava perdido e que um grande vazio tomava conta de mim.
Espera ser meu fim, mas estava longe ainda, pois sabia que muitas coisas ainda estariam por vir.
Ao final de cada ciclo, sentia-me renovado, reconstruído e sabia no meu ímpeto que uma questão era feita, algo queria saber do meu arrependimento, mas não tinha consciência do que era certo, errado, só sabia que algo muito ruim acontecia, e já não sabia se estava vivo, morto, em transe, só queria que tudo fosse um terrível pesadelo e que acordasse o quanto antes.
Novamente fui levado para um novo lugar, e ai sim, tive a certeza, não posso sair daqui do mesmo jeito que entrei. Algo precisará ser mudado ou então não terei nova chance. Parecia como uma enorme cela. Uma solitária. Mas ao mesmo tempo sabia que não estava sozinho, pois tinha a sensação de ser observado o tempo todo. Tudo agora em minha vida era escancarada.
Tudo é visível, só que eu não tinha a visão. Era a mistura da escuridão plena com um dia de sol máximo e ofuscante. Você não consegue reconhecer nada ao redor. Cada som lhe é estranho e conhecido ao mesmo tempo, o certo era que algo existe do outro lado, e que tudo tem um começo e um fim, e eu não sabia em que momento estava, só sei que provavelmente estava no limbo, mas notei ao longe que uma nova placa se avistava e lá estava uma mensagem um pouco mais terrível, "A VIDA JÁ NÃO TE PERTENCE..." [Continua]
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domingo, 14 de novembro de 2010
Do outro lado...
Por um instante estava deitado e quando dei conta, levantei no que parecia ser um lugar conhecido. Pensei, será que já estive aqui? Será que vi isso em filme?
Meio confuso, meio desonrientado, conseguia observar o crepúsculo no horizonte. Era a coisa mais magnífica que eu tinha visto. Um ar límpido, céu misturando um tom de azulado-alaranjado. Ao fundo notei que estava sobre um plato que abaixo escondia um enorme paredão. Falésias pensei, que lindo. Claro não poderia ter deixado de observado a profundidade e grandeza de nosso oceano. Brisa passando no meu rosto, meus cabelos sentindo o vento e aos poucos o sol dando adeus para mais um dia que aqueceu nossa Terra.
Foi quando notei que ao me virar, estava tomado de uma escuridão plena. Não havia nada ao meu redor, não havia pessoas, sons, nada. Somente um vácuo ensurdecedor que me envolvia. Olhei rapidamente para o céu, e notei, mas cade o céu? Fiquei maluco? O que está acontecendo comigo?
Logo estava vagando no que parecia ser o mar, mas ao mesmo tempo o céu. Onde está o chão, e como num flash desapareci, ou pelo menos pensei ter desaparecido.
Que sonho maluco, quero acordar, quer voltar onde estava. Meu Deus, porque não consigo despertar desse pesadelo. Senti que não havia mais sensação de peso em mim, não tinha mais matéria que me prendia ao chão, de repente, um flash rápido como um raio, surge em minha direção e me atinge.
Novamente notei que já não estava mais no mesmo lugar. Que toda maravilha que eu havia contemplado no pôr-do-sol já não existira mais. Porém comecei a ouvir lamentações, muitas lamentações, choros, gemidos, gritos, mas céus de onde estão vindo tudo isso? Não conseguia racionalmente imaginar onde eu estava.
A escuridão era a única certeza que eu tinha e sentia ao meu redor, porém todos os sentimentos que eu consenhia estavam 100% presentes e todos ao mesmo tempo. Era um mix de terror, pavor, alegria, alívio, medo, excitação.
Tudo acontecendo ao mesmo tempo e em fraços de segundo desapareciam e eu estava com o vácuo em mim.
Gritei, parei, chorei.. mas de nada adiantava. Meus gritos seriam só mais um no meio de tanta lamúria. Algo me envolveu e consegui sentir a tristeza em pessoa perto de mim. Notei que não será só o sentimento, mas algo me consumia em tristeza.
Algo me fazia sofrer demasiadamente e que me levava a angústia profunda. Com tamanha tristeza senti cada cm da minha pele queimar, mas não era por fogo, frio, estava realmente queimando na amargura de pessoas imaginei eu estarem naquele mesmo lugar.
Que sensação horrível... foram os segundos mais eternos que presenciei em minha vida. Senti como se tivesse passado décadas com aquela sensação.
Quando passou tudo aquilo, pensei que meu pesadelo estava por terminar, que nada, outra vez, um novo flash mais forte que o primeiro me desacordou e me deixou assim por longo tempo, penso eu, mas não, acordei novamente em frente a um imenso lago negro com uma placa dizendo "DO OUTRO LADO".
Não entendi nada daquilo, fiquei na dúvida maldita, o que farei, preciso mergulhar nesse lago, como irei atravessar, se é que haveria uma margem do outro lado. Mas não havia alternativa. O que eu pude ter certeza, era o pesadelo mais temível em minha existência. Ao fundo comecei ouvir latidos, eram cães... como pode haver cães nesse lugar. os latidos cada vez mais próximos, quando me afastei, não notei, mas estava na beirada e cai dentro do lago negro. Pânico.
Não conseguia subir a superfície. Não conseguia respirar e fui sentindo a sensação de asfixia, pensava, não posso me afogar agora. Ao mesmo tempo que não sentia a água entrando pela boca ou nariz, mas tinha a certeza que estava me afogando. Desmaiei e fiquei flutuando naquelas águas, que nesse momento já não sei se estavam frias, quentes. Nenhuma sensação era percebida pelo meu corpo. De alguma forma, consegui chegar à outra margem e totalmente fora de mim, consegui forças para me retirar dá água que por incrível, não estava com nenhuma gota em meu corpo, mas me deparei com uma nova placa "O COMEÇO DO FIM".,, [continua]
Meio confuso, meio desonrientado, conseguia observar o crepúsculo no horizonte. Era a coisa mais magnífica que eu tinha visto. Um ar límpido, céu misturando um tom de azulado-alaranjado. Ao fundo notei que estava sobre um plato que abaixo escondia um enorme paredão. Falésias pensei, que lindo. Claro não poderia ter deixado de observado a profundidade e grandeza de nosso oceano. Brisa passando no meu rosto, meus cabelos sentindo o vento e aos poucos o sol dando adeus para mais um dia que aqueceu nossa Terra.
Foi quando notei que ao me virar, estava tomado de uma escuridão plena. Não havia nada ao meu redor, não havia pessoas, sons, nada. Somente um vácuo ensurdecedor que me envolvia. Olhei rapidamente para o céu, e notei, mas cade o céu? Fiquei maluco? O que está acontecendo comigo?
Logo estava vagando no que parecia ser o mar, mas ao mesmo tempo o céu. Onde está o chão, e como num flash desapareci, ou pelo menos pensei ter desaparecido.
Que sonho maluco, quero acordar, quer voltar onde estava. Meu Deus, porque não consigo despertar desse pesadelo. Senti que não havia mais sensação de peso em mim, não tinha mais matéria que me prendia ao chão, de repente, um flash rápido como um raio, surge em minha direção e me atinge.
Novamente notei que já não estava mais no mesmo lugar. Que toda maravilha que eu havia contemplado no pôr-do-sol já não existira mais. Porém comecei a ouvir lamentações, muitas lamentações, choros, gemidos, gritos, mas céus de onde estão vindo tudo isso? Não conseguia racionalmente imaginar onde eu estava.
A escuridão era a única certeza que eu tinha e sentia ao meu redor, porém todos os sentimentos que eu consenhia estavam 100% presentes e todos ao mesmo tempo. Era um mix de terror, pavor, alegria, alívio, medo, excitação.
Tudo acontecendo ao mesmo tempo e em fraços de segundo desapareciam e eu estava com o vácuo em mim.
Gritei, parei, chorei.. mas de nada adiantava. Meus gritos seriam só mais um no meio de tanta lamúria. Algo me envolveu e consegui sentir a tristeza em pessoa perto de mim. Notei que não será só o sentimento, mas algo me consumia em tristeza.
Algo me fazia sofrer demasiadamente e que me levava a angústia profunda. Com tamanha tristeza senti cada cm da minha pele queimar, mas não era por fogo, frio, estava realmente queimando na amargura de pessoas imaginei eu estarem naquele mesmo lugar.
Que sensação horrível... foram os segundos mais eternos que presenciei em minha vida. Senti como se tivesse passado décadas com aquela sensação.
Quando passou tudo aquilo, pensei que meu pesadelo estava por terminar, que nada, outra vez, um novo flash mais forte que o primeiro me desacordou e me deixou assim por longo tempo, penso eu, mas não, acordei novamente em frente a um imenso lago negro com uma placa dizendo "DO OUTRO LADO".
Não entendi nada daquilo, fiquei na dúvida maldita, o que farei, preciso mergulhar nesse lago, como irei atravessar, se é que haveria uma margem do outro lado. Mas não havia alternativa. O que eu pude ter certeza, era o pesadelo mais temível em minha existência. Ao fundo comecei ouvir latidos, eram cães... como pode haver cães nesse lugar. os latidos cada vez mais próximos, quando me afastei, não notei, mas estava na beirada e cai dentro do lago negro. Pânico.
Não conseguia subir a superfície. Não conseguia respirar e fui sentindo a sensação de asfixia, pensava, não posso me afogar agora. Ao mesmo tempo que não sentia a água entrando pela boca ou nariz, mas tinha a certeza que estava me afogando. Desmaiei e fiquei flutuando naquelas águas, que nesse momento já não sei se estavam frias, quentes. Nenhuma sensação era percebida pelo meu corpo. De alguma forma, consegui chegar à outra margem e totalmente fora de mim, consegui forças para me retirar dá água que por incrível, não estava com nenhuma gota em meu corpo, mas me deparei com uma nova placa "O COMEÇO DO FIM".,, [continua]
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Vendas, a arte de guerrear
As empresas que pretendem desenvolver uma boa ação comercial em seu segmento tem que prestar muita atenção na forma que está operando suas ações de vendas.
Nem sempre o que está indo bem significa que estará assim por um longo período. Todo segmento empresarial é constantemente bombardeado por ações ocorridos num plano global, ainda mais com uma economia globalizada, onde países colaboram entre si na importação e exportação de produtos, serviços, tecnologias, é fácil perceber oscilações que de uma hora pra outra pode afetar um ou mais segmentos de mercado.
Você em sua empresa já notou como isso pode afetar seu negócio? Seus planos de investimentos? Sua equipe?
Se você nunca se preocupou com o que ocorre fora dos seus limites tangíveis, para e comece a analisar o mercado a sua volta. Os segmentos que possam ser co-parceiros do seu segmento e que possam influenciar direta ou indiretamente suas atividades.
Uma boa forma para ter sucesso e ao menos garantir a batalha da tua empresa no mercado, é tratar sua área comercial como um exército.
Imagine toda a operação tática e planejamento que um exército tem que fazer quando se pretende atacar ou se defender de um ataque.
Uma boa forma de ter um visão geral de sua área comercial é estar frequentemente monitorando a movimentação comercial de seus concorrentes diretos. Avaliar seus clientes, dando suporte sempre que possível, acompanhando o que ocorre, pois o que é teu cliente hoje, poderá ser do concorrente amanhã, e sem menor sombra de dúvida, se ele receber uma proposta melhor ele mudará sem te comunicar.
Hoje com a internet facilitando a vida das pessoas, também é uma ferramenta fundamental de monitoramento, por exemplo: se você monitora um produto de seu concorrente, note como estão as atualizações desse produto no site dele, se está tendo mudanças, se está evoluindo. Normalmente as empresas querem divulgar o avanço e melhorias e acabam de uma forma ou outra divulgando isso, seja em mídia digital ou em impressa.
Faça de algum usuário de produtos e serviços de seu concorrente uma fonte de informações. Não tentando converter esse usuário para ser teu cliente, mas como forma de saber o que ocorre com a ação do concorrente, dessa forma você percebe se terá mudanças técnicas, suporte, etc.
Planejar a logística de atuação também é outra forma de monitorar a expansão da concorrência.
Claro que o exposto acima está longe de todo conteúdo que um bom profissional da área comercial precisa ter, mas ao menos, servirá como uma linha de pensamento.
Pense nisso, e aja agora mesmo...
Nem sempre o que está indo bem significa que estará assim por um longo período. Todo segmento empresarial é constantemente bombardeado por ações ocorridos num plano global, ainda mais com uma economia globalizada, onde países colaboram entre si na importação e exportação de produtos, serviços, tecnologias, é fácil perceber oscilações que de uma hora pra outra pode afetar um ou mais segmentos de mercado.
Você em sua empresa já notou como isso pode afetar seu negócio? Seus planos de investimentos? Sua equipe?
Se você nunca se preocupou com o que ocorre fora dos seus limites tangíveis, para e comece a analisar o mercado a sua volta. Os segmentos que possam ser co-parceiros do seu segmento e que possam influenciar direta ou indiretamente suas atividades.
Uma boa forma para ter sucesso e ao menos garantir a batalha da tua empresa no mercado, é tratar sua área comercial como um exército.
Imagine toda a operação tática e planejamento que um exército tem que fazer quando se pretende atacar ou se defender de um ataque.
Uma boa forma de ter um visão geral de sua área comercial é estar frequentemente monitorando a movimentação comercial de seus concorrentes diretos. Avaliar seus clientes, dando suporte sempre que possível, acompanhando o que ocorre, pois o que é teu cliente hoje, poderá ser do concorrente amanhã, e sem menor sombra de dúvida, se ele receber uma proposta melhor ele mudará sem te comunicar.
Hoje com a internet facilitando a vida das pessoas, também é uma ferramenta fundamental de monitoramento, por exemplo: se você monitora um produto de seu concorrente, note como estão as atualizações desse produto no site dele, se está tendo mudanças, se está evoluindo. Normalmente as empresas querem divulgar o avanço e melhorias e acabam de uma forma ou outra divulgando isso, seja em mídia digital ou em impressa.
Faça de algum usuário de produtos e serviços de seu concorrente uma fonte de informações. Não tentando converter esse usuário para ser teu cliente, mas como forma de saber o que ocorre com a ação do concorrente, dessa forma você percebe se terá mudanças técnicas, suporte, etc.
Planejar a logística de atuação também é outra forma de monitorar a expansão da concorrência.
Claro que o exposto acima está longe de todo conteúdo que um bom profissional da área comercial precisa ter, mas ao menos, servirá como uma linha de pensamento.
Pense nisso, e aja agora mesmo...
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domingo, 17 de outubro de 2010
Decadências sociais....
Acredito que muitas pessoas já devam ter percebido que algumas instituições socias que eram fortemente doutrinadoras da sociedade hoje entraram em decadência e que sequer conseguem convencer seus próprios membros ou fundadores.
Isso é natural, uma vez que as pessoas possuem necessidades adversas e com certeza com o passar dos anos, as pessoas criam novas formas de agir, de pensar, de questionar, e hoje em dia quanto mais nos questionamentos, realmente contestamos muitas coisas que nos eram apresentadas simplesmente como verdades, mas que fundamentalmente sequer uma explicação plausível existe.
Analiso hoje que o significado de casamento já não tem muito valor quanto antes e logo, quem ainda insiste nisso está fadado ao fracasso, a separação é a única certeza. Casamentos como de nossos avós, bisavós, hoje em dia já são raridade.
Nem só por dinheiro as pessoas entram no casamento, pois se fosse assim, pobres ou ricos deveriam estar juntos eternamente, mas acredito que as pessoas acordaram para sua real situação existencial, o ser humano nasceu para ser livre. Nossas vontades, nossos desejos estão além de um "contrato" seja civil ou religioso. Religioso então sem qualquer propósito, porque viver sob o que a igreja prega, hoje em dia é quase que impossível. São raras pessoas que se mantém virgens, que acreditam na vida de casado por convicção.
Da mesma forma que a própria religião entra em decadência com inúmeros escândalos, coisas que pregam e que ocorrem dentro das instituições que vão totalmente em confronto. E quem sempre sai perdendo com isso? Claro os fiéis. Basta você pensar, analisar um pouco e verá que muita coisa não faz sentido, e que muita coisa foi dita e é mantida até hoje para manter a sociedade presa no medo.
Muitos dos preconceitos que a sociedade vive hoje é de natureza religiosa, onde fundamentalistas apregoam o medo e o temor pela palavra divina e que tenta impor que as diferenças, quando estão fora dos padrões que eles aceitam é errado.
Agora porque será que o Vaticano ainda não fez nada sobre os escândalos de pedofilias? Mas pregar o não uso de camisinha é prioridade.
Acho que muitas coisas entraram em decadência e a sociedade está acordando de uma cegueira social que a muitos anos éramos presos.
Acordemos sim para a vida. Vamos ser livres. Não nascemos para viver sob leis e atos que ferem o que a sociedade realmente é. Infringir isso é o mesmo que tentar fazer um animal selvagem perder seus instintos naturais. Podemos até amenizar tais instintos mas com certeza uma hora esse instinto volta e ninguém segura o animal, seja até mesmo o seu próprio criador.
Eu sei que não quero viver essa decadência social. Quero ter a livre escolha. Ser quem eu sou e viver o que acredito. Ter uma vida digna sob as leis justas e não por medo e imposição.
Pensem nisso...
Isso é natural, uma vez que as pessoas possuem necessidades adversas e com certeza com o passar dos anos, as pessoas criam novas formas de agir, de pensar, de questionar, e hoje em dia quanto mais nos questionamentos, realmente contestamos muitas coisas que nos eram apresentadas simplesmente como verdades, mas que fundamentalmente sequer uma explicação plausível existe.
Analiso hoje que o significado de casamento já não tem muito valor quanto antes e logo, quem ainda insiste nisso está fadado ao fracasso, a separação é a única certeza. Casamentos como de nossos avós, bisavós, hoje em dia já são raridade.
Nem só por dinheiro as pessoas entram no casamento, pois se fosse assim, pobres ou ricos deveriam estar juntos eternamente, mas acredito que as pessoas acordaram para sua real situação existencial, o ser humano nasceu para ser livre. Nossas vontades, nossos desejos estão além de um "contrato" seja civil ou religioso. Religioso então sem qualquer propósito, porque viver sob o que a igreja prega, hoje em dia é quase que impossível. São raras pessoas que se mantém virgens, que acreditam na vida de casado por convicção.
Da mesma forma que a própria religião entra em decadência com inúmeros escândalos, coisas que pregam e que ocorrem dentro das instituições que vão totalmente em confronto. E quem sempre sai perdendo com isso? Claro os fiéis. Basta você pensar, analisar um pouco e verá que muita coisa não faz sentido, e que muita coisa foi dita e é mantida até hoje para manter a sociedade presa no medo.
Muitos dos preconceitos que a sociedade vive hoje é de natureza religiosa, onde fundamentalistas apregoam o medo e o temor pela palavra divina e que tenta impor que as diferenças, quando estão fora dos padrões que eles aceitam é errado.
Agora porque será que o Vaticano ainda não fez nada sobre os escândalos de pedofilias? Mas pregar o não uso de camisinha é prioridade.
Acho que muitas coisas entraram em decadência e a sociedade está acordando de uma cegueira social que a muitos anos éramos presos.
Acordemos sim para a vida. Vamos ser livres. Não nascemos para viver sob leis e atos que ferem o que a sociedade realmente é. Infringir isso é o mesmo que tentar fazer um animal selvagem perder seus instintos naturais. Podemos até amenizar tais instintos mas com certeza uma hora esse instinto volta e ninguém segura o animal, seja até mesmo o seu próprio criador.
Eu sei que não quero viver essa decadência social. Quero ter a livre escolha. Ser quem eu sou e viver o que acredito. Ter uma vida digna sob as leis justas e não por medo e imposição.
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